Mercado da bola do Verdão: Ramón Sosa, Ríos, Piquerez e mais

De volta ao Brasil após a participação na Copa do Mundo de Clubes da FIFA, o Palmeiras volta suas atenções para os desafios do segundo semestre. A comissão técnica e a diretoria agora concentram esforços no planejamento do elenco, visando manter o nível competitivo nas disputas nacionais e continentais.

Interesse europeu pressiona, mas Verdão quer manter titulares

O bom desempenho recente valorizou algumas peças do elenco alviverde, especialmente o volante Richard Ríos e o lateral-esquerdo Piquerez. Ambos despertam interesse de clubes europeus, segundo o ge.globo, mas o Palmeiras adota postura firme: não pretende vender titulares na janela de meio de ano.

A diretoria reconhece a necessidade de equilibrar o orçamento com eventuais negociações, mas trabalha para que as saídas fiquem restritas a atletas com menor participação sob o comando de Abel Ferreira.

Veteranos com futuro indefinido

Três jogadores do elenco vivem situação contratual delicada. Marcos Rocha, Marcelo Lomba e Mayke têm vínculos até o fim de 2025, o que permite que assinem pré-contratos com outras equipes desde já. Com baixa minutagem em 2024, o trio dificilmente terá os contratos renovados, sinalizando um possível adeus ao fim da temporada.

Reforço à vista: Ramón Sosa próximo do Verdão

A saída de Estêvão para o Chelsea e a lesão de Paulinho — que só retorna em 2026 — forçaram o Palmeiras a agir rapidamente. O nome escolhido é o do paraguaio Ramón Sosa, de 25 anos, que defende o Nottingham Forest, da Inglaterra.

A negociação avançou nos últimos dias e deve ser concluída ainda nesta semana. O clube paulista aceitou pagar 11 milhões de euros (cerca de R$ 70 milhões) pelo atacante, que chegaria para suprir a lacuna deixada pelos desfalques no setor ofensivo.

Planejamento em andamento e foco na temporada

Com o elenco em reformulação, o Palmeiras busca equilíbrio entre manter seus pilares e aproveitar oportunidades de mercado. A expectativa é que a janela traga ajustes pontuais, sem grandes revoluções, mas com movimentações importantes para sustentar o desempenho competitivo até o fim de 2025.

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